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Sandoz amplia atuação em biossimilares no Brasil

Uma das líderes globais em biossimilares, companhia segue com foco no crescimento sustentável, potencializando as oportunidades do negócio e contribuindo com o acesso a medicamentos de qualidade

São Paulo, 5 fevereiro de 2020 — A Sandoz, divisão do Grupo Novartis, amplia sua atuação no mercado brasileiro com o lançamento de dois medicamentos biossimilares, em 2020. O pioneirismo no desenvolvimento e em pesquisas clínicas de produtos da classe posicionam a Sandoz como a maior empresa de biossimilares do mundo, com oito moléculas comercializadas e duas em estágio avançado de desenvolvimento.

Com a expansão estratégica, o portfólio de biossimilares da Sandoz torna-se também o maior no Brasil, com quatro medicamentos aprovados, sendo que dois deles já estão disponíveis para comercialização. O objetivo da companhia é estabelecer parcerias para tratar mais pacientes e contribuir para a sustentabilidade dos sistemas de saúde.

Historicamente, grande parcela do orçamento público para medicamentos é destinada aos medicamentos biológicos, indispensáveis para o tratamento de doenças graves. A chegada dos biossimilares representa uma possibilidade de redução nos gastos do aumento do número de pacientes atendidos com tratamento de qualidade e eficácia(1). A marca Sandoz é um selo de qualidade e tradição entre os profissionais da saúde ao redor do mundo, garantindo inovação e tecnologia que reforçam compromisso da empresa com as pessoas.

“A Sandoz já é uma líder global em biossimilares e genéricos e caminha para crescer ainda mais no mercado brasileiro. Queremos otimizar o negócio de genéricos e fortalecer o portfólio de biossimilares, ampliando o acesso a tratamentos de qualidade”, afirma Fabio Antoneli, diretor de Especialidades da Sandoz.

Lançamentos

Em 2020, estão previstos para chegar ao mercado dois medicamentos biossimilares da Sandoz. Tratam-se dos anticorpos monoclonais adalimumabe e etanercepte, recentemente aprovados pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) e indicados para o tratamento de diversas doenças graves.

Adalimumabe é um anticorpo monoclonal 100% humano direcionado contra o fator de necrose tumoral alfa (TNF-a), um mediador envolvido nos mecanismos que levam a enfermidades graves e incapacitantes nas áreas de reumatologia, gastroenterologia e dermatologia. Registrado no Brasil como Hyrimoz, o medicamento foi aprovado para as 13 indicações do biológico de referência (Humira®), sendo 9 indicações em adultos — Artrite Reumatoide, Artrite Psoriásica, Espondilite Anquilosante, Espondiloartrite axial não radiográfica, Doença de Crohn, Colite Ulcerativa, Psoríase, Hidradenite Supurativa e Uveíte — e 4 em crianças — Artrite Idiopática Juvenil Poliarticular, Artrite relacionada à Entesite, Doença de Crohn e Uveíte Pediátrica(2).

Já o etanercepte biossimilar é o Erelzi, aprovado para as seis indicações do biológico de referência (Enbrel®), sendo cinco em adultos — Artrite Reumatoide, Artrite Psoriásica, Espondilite Anquilosante, Espondiloartrite axial não radiográfica, Psoríase em placa — e uma pediátrica — Psoríase em placas pediátrica crianças a partir de 8 anos.

Sobre medicamentos biossimilares
A complexidade inerente de uma molécula biológica não permite uma reprodução idêntica, tal qual acontece com os genéricos em relação aos medicamentos de referência. Os biossimilares são construídos a partir dos medicamentos biológicos de referência de maneira a corresponder a estes, do ponto de vista estrutural, funcional, pré-clínico e clínico, em termos de segurança, eficácia e qualidade. Além disso, são mais acessíveis à população, uma vez que seguem o mesmo princípio de comercialização após a perda de patente do medicamento de marca original.“Uma vez que os investimentos nas etapas de desenvolvimento são menores, espera-se que o preço final dos biossimilares seja inferior ao dos medicamentos originadores, gerando mais acesso a medicamentos de alta complexidade e sustentabilidade ao sistema de saúde”, explica Antoneli.As aprovações de Hyrimoz e Erelzi pela Anvisa se basearam na análise de um extenso pacote de dados analíticos, pré-clínicos e clínicos que demonstraram que os biossimilares correspondem aos medicamentos de referência em termos de eficácia, segurança e qualidade.