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Para melhorar a autoestima, brasileiros estão cuidando mais da aparência

Além de manterem uma alimentação saudável e a prática de exercícios físicos, as pessoas acima dos 40 anos estão procurando mais os tratamentos estéticos faciais

“Não tem coisa melhor do que me olhar no espelho e me sentir bem! Além disso, vários amigos e colegas me perguntam o que eu tenho feito para manter essa aparência mais jovem e saudável, recebo vários elogios. Minha autoestima está lá em cima!”, declara Roneide de Almeida, de 64 anos, funcionária pública. Ela se sentia incomodada com a flacidez no rosto e algumas rugas. Aplicou quatro fios de sustentação — que proporcionam o conhecido efeito lifting –, toxina botulínica na área dos olhos e preenchimento com ácido hialurônico no bigode chinês.

Com o aumento da expectativa de vida — que passou para 76 anos e 3 meses, de acordo com o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) –, os brasileiros têm se preocupado mais em manter um estilo de vida saudável e uma aparência mais jovem. Com isso, a busca por clínicas de estética facial avança no país e no mundo, de forma acelerada.

A Pesquisa Estética Global, realizada anualmente pela Sociedade Internacional de Cirurgia Plástica Estética (ISAPS), mostra que o Brasil é o segundo país que mais faz procedimentos estéticos, ficando atrás apenas dos Estados Unidos. O mais recente estudo, divulgado em novembro de 2019, revela um aumento geral de 5,4% nesses tipos de tratamento, em 2018, comparado ao ano anterior.

Os métodos não invasivos são os mais procurados, em alternativa às cirurgias plásticas, registrando um crescimento de 10,4%, mundialmente. No Brasil, dos mais de dois milhões de procedimentos estéticos feitos em 2018, as técnicas não cirúrgicas corresponderam a 770 mil.

“Sempre procurei manter uma alimentação saudável e fazer exercícios físicos. Mas, as linhas de expressão na testa e nos olhos me incomodavam. Fiz alguns procedimentos estéticos e amei o resultado! Estou me sentindo ótima, linda!”, afirma Leide Maria Lourença, 47 anos, técnica de enfermagem. Ela aplicou toxina botulínica na região da testa e dos olhos, preenchimento com ácido hialurônico no código de barras (ao redor dos lábios) e se prepara para colocar fios de sustentação.

Essa busca pelo bem-estar, mantendo uma aparência mais jovem, provocou um crescimento médio de 20% na procura por tratamentos estéticos, nos últimos três meses de 2019, nas clínicas Royal Face. A rede é especializada em harmonização facial e soma 80 mil clientes atendidos e mais de 100 mil procedimentos realizados, desde o início das atividades da matriz, em Curitiba (PR), em 2015.

Com início no franchising em novembro de 2018, a marca fechou o ano passado com um faturamento de R$ 16 milhões, totalizando 62 unidades comercializadas. Para 2020, a meta é ultrapassar 120 franquias em todo o país, com 90 clínicas em atuação. A perspectiva de investimentos para expansão é de R$ 18,750 milhões nesse período.

“O segmento de beleza está em constante crescimento. As pessoas querem se sentir bem e nosso objetivo é levar os tratamentos estéticos para um público que não tinha acesso, especialmente, a procedimentos tão desejados como a toxina botulínica, o preenchimento e os fios de sustentação”, afirma Andrezza Fusaro, sócia-fundadora da Royal Face.