Afinal, quem ganha com a venda de medicamentos isentos de prescrição?

Mais do que um ponto de venda, ela acaba se correlacionando como parte do sistema de saúde brasileiro — robusto em sua combinação entre o SUS e o setor privado, mas que ainda enfrenta desafios enormes de acesso e educação em saúde. Com a qualidade do sistema de saúde ainda baixa no país, qualquer medicamento, mesmo os isentos de prescrição, requer supervisão e orientação de um profissional habilitado, como o farmacêutico.