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5 de junho – Dia Mundial do Meio Ambiente

Todos podem e devem fazer sua parte pela preservação dos recursos naturais – incluindo as farmácias, através da adesão ao programa Logística Reversa de Medicamentos

O Dia Mundial do Meio Ambiente é celebrado há mais de 50 anos: foi instituído em 1972 pela Organização das Nações Unidas, durante a chamada Conferência de Estocolmo sobre o Meio Ambiente Humano e tem como objetivo principal chamar a atenção de todas as esferas da população para os problemas ambientais e para a importância da preservação dos recursos naturais, que até então eram considerados inesgotáveis, por muitos. Desde então, muito já foi feito na defesa do meio ambiente universal – mas há muito ainda a ser feito, cada um com seu contribuição, nas múltiplas facetas da Ecologia social.

Alguns dos temas do Dia Mundial do Meio Ambiente, desde a sua primeira celebração, em 1974:

“Apenas uma Terra” (1974)

“O milênio do meio ambiente – hora de agir” (2000)

“Dê uma chance à Terra” (2002)

“Cidades verdes: planeje para o planeta” (2005)

“Seu planeta precisa de você – unidos contra as mudanças climáticas” (2009)

“Muitas espécies. Um planeta. Um futuro” (2010)

“Sete bilhões de pessoas. Um planeta. Consuma com consciência” (2015)

“Viver em harmonia com a natureza” (2022)

Este ano, o tema principal do Dia Mundial é mais técnico: “Restauração da terra, desertificação e resiliência à seca”.

Na conferência de 1972, consagrou-se o princípio de que a defesa ambiental é um desejo urgente de povos de todo o mundo e um dever de todo os governos – pois a proteção e o melhoramento do meio ambiente humano é uma questão fundamental que afeta o bem-estar dos povos e o desenvolvimento econômico do mundo inteiro.

Apesar do grande avanço que a conferência representou desde então, estamos longe de poder afirmar que todos os problemas ambientais foram resolvidos a partir daí. Ainda há bolsões de prejuízos potenciais e sistemáticos à natureza. A farmácia hoje faz sua parte para tentar reverter esse círculo vicioso.

Logística Reversa: um avanço

Sim, o destino dos milhões de embalagens de medicamentos já consumidos e dos remédios não utilizados ou com validade vencida sempre foi um dilema ambiental que desafiava a indústria farmacêutica, o comércio e os próprios consumidores. Entres estes, a maioria ainda não tinha a consciência de o simples descarte de milhões de remédios vencidos no lixo doméstico ou em vasos sanitários tinha todas as características de um problema ambiental, eventualmente com graves consequências. Era preciso engajar na reversão desse processo o principal agente de contato popular com consumidores de medicamentos: as farmácias. Enfim, em 2020, o Ministério do Meio Ambiente, por meio do decreto 10.388, que contou com contribuições de todos os agentes do mercado farmacêutico, definiu a Logística Reversa de Medicamentos como um instrumento de defesa ambiental e desenvolvimento econômico e social, caracterizado por um conjunto de ações, procedimentos e meios destinados a viabilizar a coleta e a restituição de medicamentos descartáveis a seus fabricantes, para a correta destinação ecológica. O aumento sistemático do consumo de medicamentos, como apontam as estatísticas do setor, traz consigo a geração de mais resíduos sólidos urbanos e, quase sempre, o gerenciamento desse lixo era realizado de forma incorreta. O papel da Logística Reversa é garantir que esses resíduos cheguem a seu destino ecologicamente adequado. Para algumas cadeias de produção, o resíduo poderá ser transformado e continuar sendo útil para alguém ou para algum processo produtivo. Outros resíduos trazem riscos para o meio ambiente e precisam ser incinerados – por isso, não podem ser descartados no lixo comum, no qual teriam um destino insatisfatório do ponto de vista ambiental. A estratégia estabelecida pela lei 10.388, aliás também num mês de junho, cria um novo circuito para o destino final desses resíduos, com a colaboração do varejo farmacêutico.

O papel das Farmácias e Drogarias

Cabe às farmácias e drogarias orientar os consumidores sobre o correto descarte de Medicamentos Domiciliares Vencidos e em Desuso (MDVD) e suas embalagens, em dispensadores contentores instalados em suas lojas. O verbo “orientar”, nesse caso, é fundamental – e deve partir dos colaboradores das farmácias, informando os clientes da presença de coletores e o modo correto de utilizá-los. Hoje já existe um ponto de descarte mais próximo dos usuários de medicamentos que, eventualmente, têm em casa um pote cheio de remédios vencidos ou em desuso permanente.

A Logística Reversa de Medicamentos, por meio do programa LogMed, do qual a Abcfarma é parceira de primeira hora, já beneficia 70 milhões de pessoas em menos de dois anos, com cerca de cinco mil pontos de coleta.

Sua contribuição para celebrar o Dia Mundial do Meio Ambiente é credenciar a farmácia no programa de descarte e coleta. Como? A Abcfarma pode orientá-lo sobre todos os detalhes do programa.

Preencha os dados do seu estabelecimento e envie para: lrm@abcfarma.org.br

Saiba mais informações detalhadas no site: www.logmed.org.br

🗣️ Canais de contato da Abcfarma:

🔗 Portal do Associado: https://bit.ly/3zpelwB

⚖️ Coordenação Jurídico: Dr. André Bedran
E-mail: juridico@abcfarma.org.br

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